Boa Vista tem médio risco para transmissão de Dengue, Chikungunya e Zika

Boa Vista tem médio risco para transmissão de Dengue, Chikungunya e Zika. | Foto: Divulgação/Semuc

A Prefeitura de Boa Vista divulgou o segundo Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa). A pesquisa foi feita em 6.107 imóveis, em todos os bairros da capital, e apontou o índice de infestação de 3.4%, classificando o município com médio risco para transmissão de dengue, chikungunya e zika.

 
De acordo com a prefeita Teresa Surita, esse índice só vai melhorar com a ajuda da população. “Não podemos deixar que um mosquito desestabilize a saúde da nossa população. É muito importante que todos tomem consciência e colabore, que não deixem recipientes espalhados pelo quintal que acumule água, não jogue lixo, entulho ou galhadas, pois a maior concentração de focos foi encontrada em depósitos fixos”, alerta.
 
A análise dos resultados de 51 bairros demonstra que 21 encontram-se com alta infestação; outros 20 têm médio risco e 10 estão com baixa infestação. Os bairros com maior índice de infestação são: Operário, Bela Vista, Distrito Industrial, Nova Cidade, Raiar do Sol, Asa Branca, Buritis, Santa Tereza, Caimbé, Tancredo Neves, Centenário, Cinturão Verde, São Bento, Caranã, Cauamé, Jardim Caranã, União, Cidade Satélite, Psicultura e Jardim Primavera.
 
Segundo o relatório final do LIRAa, a maior concentração de focos do mosquito foi encontrada em lixo (recipientes plásticos, garrafas, latas), sucatas em pátio, ferro velho, entulhos e depósitos móveis (vasos, frasco com plantas, pingadeira, recipiente de degelo de geladeira e outros.
 
Ações de combate ao mosquito – No último sábado, 11, foi promovido grande mutirão de combate ao mosquito. Mais de 400 voluntários do município e a prefeita Teresa Surita estiveram nos bairros Santa Luzia e Pintolândia. Ao todo, foram visitados 2.117 imóveis. Além do mutirão, a Secretaria Municipal de Saúde tem intensificado as atividades de visita domiciliar para controle larvário em todos os bairros, pelos Agentes de Combate de Endemias (ACE).
 

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