Smtran orienta condutores sobre o risco de usar o celular no trânsito

A Superintendência Municipal de Trânsito (Smtran), por meio da Divisão de Educação e Prevenção de Trânsito, levou nesta quarta-feira, 23, orientações importantes aos condutores de veículos sobre o risco ao falar no celular, enquanto se dirige, pode trazer. A ação educativa aconteceu no cruzamento das avenidas Ene Garcez e Brigadeiro Eduardo Gomes e contou com a participação de jovens do Projeto Crescer.

 
Agentes de trânsito e os jovens do projeto social entregaram panfletos, conversaram com condutores e ressaltaram a importância de obedecer à legislação. A proposta da ação foi aumentar a conscientização por um trânsito mais seguro e o uso inadequado de aparelhos eletrônicos, como celulares, smartphones, tablets e tocadores digitais de música, oferecem grandes riscos à vida no trânsito.
 

Smtran orienta condutores sobre o risco de usar o celular no trânsito. | Foto: Eduardo Andrade


 
“Nós seguimos uma recomendação do Denatran, para que haja mais conscientização sobre o trânsito em ações educativas. E a maior preocupação que se tem é que já está comprovada que o manuseio de aparelhos eletrônicos, em especial o celular, tira a atenção do condutor. Cinco segundos de distração olhando para a tela, na tentativa de responder ou enviar uma mensagem, já é suficiente para causar um acidente”, explicou Ney Brito, diretor do Depet.
 
Somente no primeiro semestre de 2017, a Smtran fez mais de 8500 autuações de infrações, sendo que 8% dos casos envolviam condutores falando ao celular. Pelo Código de Trânsito Brasileiro, conduzir veículo falando ao celular, utilizando fones de ouvido, representa uma infração gravíssima e a penalidade é multa de R$293,47, mais sete pontos na carteira.
 
No entanto, a infração já foi considerada média, o que foi modificada por meio da Lei N. 13.281/16. Ney ressalta que esta foi uma mudança significativa e que a principal intenção do Código de Trânsito Brasileiro foi a de coibir esse tipo de prática em favor de um trânsito mais seguro.
 
“A prioridade é sempre a segurança de todos os envolvidos no trânsito. O código não vem apenas para penalizar, mas para coibir esse tipo de prática, que tem se tornado comum com a facilidade de acesso cada vez maior à tecnologia. Por isso, nossas ações educativas estão sempre ressaltando esse tipo de cuidado, além de outros itens importantes para maior segurança no trânsito”.
 
A estudante Erika Vieira, de 19 anos, afirma que tem orientado bastante familiares, vizinhos e amigos sobre os cuidados com o trânsito. “Sempre quando vejo alguém falando ao celular, dirigindo carro ou moto, eu falo que isso é errado e perigoso. Tem sido um desafio, mas eu estou fazendo a minha parte com todos”.
 
Foto em Destaque: Eduardo Andrade

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