SINTER cobra novamente do Governo por reposição salarial aos profissionais da educação

Profissionais da educação, durante assembleia geral: categoria reivindica reajuste salarial, reposição do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações da Educação Básica (PCCRDEB) - Foto: Divulgação/Sinter

Por meio de uma nota veiculada nos meios de comunicação locais, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Roraima (SINTER) cobrou do Governo do Estado uma resposta sobre a reposição salarial profissionais que atuam na rede pública estadual de ensino.

De acordo com a nota, o sindicato enviou vários ofícios ao Governo, além de participar de várias reuniões com representantes do Estado, mas sem qualquer resposta. Os profissionais chegaram a se manifestar em frente ao Palácio Hélio Campos em dezembro passado, mas até o momento, nada foi feito.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê R$ 397.368.263 para a Secretaria de Educação e Desporto (Seed). Além de mais R$ 638.381.729 para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Os servidores do Estado não recebem reajuste salarial desde 2016. Por isto, a categoria protestou pelo rateio do Fundeb, que não ocorreu, bem como o reajuste de salário.

“Saibam que, o mesmo governo já concedeu a outras categorias um aumento salarial: a saúde teve 43%, os delegados 40% e outros benefícios foram concedidos para outras categorias, o que é válido. Sendo assim, aguardamos uma resposta e que seja um aumento salarial justo para os Trabalhadores em Educação”, diz o sindicato.

Confira a nota, na íntegra:

Atenção, Governo do Estado!

Queremos uma resposta!!!!!!

A Direção Geral do Sinter vem a público cobrar do Governo do Estado, uma resposta sobre a reposição salarial dos Profissionais da Educação. Informamos que já enviamos vários Ofícios, já tivemos várias reuniões e até o momento não houve nenhuma resposta para a categoria. Saibam que, o mesmo governo já concedeu a outras categorias um aumento salarial: a saúde teve 43%, os delegados 40% e outros benefícios foram concedidos para outras categorias, o que é válido.

Sendo assim, aguardamos uma resposta e que seja um aumento salarial justo para os Trabalhadores em Educação. A nossa classe trabalhadora está cada vez mais sofrida, temos 36% de perdas salariais e cinco anos sem reajuste ou reposição.